quinta-feira, 13 de outubro de 2011

VERSO-REVERSO


É bom ser o inverso, fazer verso sem saber.
Não sei se sou teu verso ou teu reverso.
Sou criptografia e só você consegue ler.
A capa ou o avesso. Só sei que eu te mereço,
e sinto o contrário, mesmo incerto.
Quero que saibas que não te esqueço...
É bom ter o seu passo em meu universo.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

INCERTEZAS EM CERTEZAS


Curtindo cada vez mais o roteiro da nossa história. Os atalhos e desvios, os arrepios e os torpedos. Os medos e anseios, os freios e acelerações. Torcendo para que a gente continue a não ter pressa, é nessa que a gente vai. E hoje, enquanto a noite cai, pensei em você, olhei pra lua cheia e te mentalizei. Mandei tantos beijos-pensamentos. Não temo as incertezas e só uma coisa eu espero: que a surpresa nos encontre juntos.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

IMAGEM & AÇÃO


Mastigando suas fotos e engolindo saudade. Vontade latente, sem sentimento de posse. A minha fome tem nome e só você me lê. Essa dietAmor é dose.

domingo, 9 de outubro de 2011

EU, VOCÊ e o VERÃO


O momento é de praia. Conversa e areia, sol forte e toalha. O clima não falha e a manhã incendeia. Tô perdido em maresia. Tô pedindo fantasia, vem pra cá. Água de coco e carinho, brisa leve e sintonia. Riso solto e a minha atenção toda presa em você. Vamos pra casa, chega de mar, você me diz. Chuveiro gelado e cama macia. Sorvete e cafuné. Tô ardido, tô cansado, tô feliz. Só uma coisa eu quero agora (e não demora, né?): bis.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

QUERÊNCIA

Só quero a sua boca, seu sorriso e seu desejo. Só quero beiijos mil e um arrepio de aconchego. Só quero o teu abraço, o meu pedaço de você. Só quero a sua calma e ter na alma esse prazer. E quando há isso tudo eu fico mudo, então... e abro mão de qualquer outro querer.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

HORAS SECULARES


E o tempo fica me pregando peças, brincando com meu sentimento. Passando rápido quando eu não quero. Um estalo, um piscar de olhos, e passou. Aí a gente senta e espera um novo depois. E os segundos se agigantam, viram horas seculares. E o tempo vira um sádico, mirando feliz o meu roer de unhas enquanto o tic-tac do relógio vira uma sinfonia triste chamada saudade. Segundos sem você são sempre assim. Séculos.

domingo, 2 de outubro de 2011

APORTANDO


Quando a gente abre o peito (e os olhos), os sentimentos e sensações chegam aos montes, como viajantes chegando na estação de trem. E eu abro meu sorriso-hospedagem dando passagem a tudo o que é bom, filtrando em bom tom o que vem. Tô em paz com o que a vida tem me dado, e feliz por SABER-TE nela. A janela do meu peito hoje alcança mais paisagem, em maior imensidão. Traga sua bagagem, tem espaço no vagão.